O Estádio Atanasio Girardot recebeu uma atmosfera especial, prenunciando uma noite inesquecível antes do apito inicial. O encontro amistoso começou com um momento icônico: o apito de Lionel Messi e René Higuita simbolizando a intensidade de um jogo que superou o protocolo e resultou em emoções e reviravoltas intrigantes.
Nos primeiros minutos, o Inter Miami adotou uma postura ativa, mantendo a posse da bola e trabalhando a partir de trás na busca por Messi e De Paul. Contudo, A Máquina Verde respondeu com organização e pressão, demonstrando total vontade de competir, como já havia feito com Alianza Lima.
Um dos primeiros alertas veio rapidamente, quando Asprilla quase marcou de cabeça após cruzamento de Casco, levando o público ao delírio. Os presentes estavam ansiosos para testemunhar a magia de Messi em campo, que logo se mostrou em ação, balançando pela área adversária.
Partida Equilibrada
Conforme os minutos se passaram, o Nacional começou a se impor. Rengifo mostrou-se solto, Zapata arriscou de longe, enquanto Cardona se destacou na criação. O Miami dominava a posse, mas o Nacional estava mais afiado nas oportunidades. Messi, apesar de pressionado, ainda conseguiu lançar seu famoso tiro livre, embora David Ospina tenha garantido a segurança para sua equipe, lembrando momentos de confrontos antigos nas eliminatórias sul-americanas.
Aos 20 minutos, Rengifo testou pela primeira vez St. Clair, sinalizando a crescente ameaça. No minuto 26, Casco desceu pelo meio e habilmente lançou Juan Manuel Rengifo, que desferiu um potente chute com a esquerda, mandando a bola para o fundo da rede e provocando uma explosão de alegria nos torcedores do Atletico Nacional.
A defesa do Miami tentava se recuperar e começou a responder, mas Ospina continuava a ser um obstáculo, negando as chances de Messi e Suárez, que tentavam criar jogadas. O primeiro tempo terminou com aplausos para Rengifo e a impressão de que, apesar da estrela Messi, a vantagem era do time verdolaga.
Troca de Narrativa
O segundo tempo começou com um erro no passe de Chipi Chipi, resultando em uma chance clara para Messi, que obrigou o travessão a intervir. O rebote coube a Suárez, que marcou e igualou o placar em um momento brilhante.
O Nacional procurou resposta através de jogadas de bola parada, mas Falcón estava firme, enquanto Morelos não conseguia ser efetivo no ataque. Em busca de desempatar, Jefecito Mascherano fez substituições, trazendo Germán Berterame e Yannick Bright para dar mais vitalidade ao ataque.
Os minutos passaram e a pressão por parte do Nacional aumentou, mas o Inter se mantinha firme. Bauzá teve uma grande chance de mudar a história, mas a defesa se manteve alerta. A tensão aumentou conforme o relógio avançava.
Nos momentos finais, aos 90+1, uma jogada de Morales acabou em um desvio infeliz de Elkin Rivero, que desviou a bola para o seu próprio gol. O silêncio tomou conta do Atanasio enquanto a equipe visitante celebrava uma vitória inesperada. A controvérsia permaneceu no ar quando Bauzá caiu na área após um contato, mas a árbitra María Victoria Daza deixou o jogo seguir sem VAR.
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O apito final selou um resultado trágico para o Nacional e um triunfo dramático para o Inter Miami, que retornou de Medellín com mais do que o esperado, apesar da performance desigual ao longo do jogo.
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