Mulher na Coreia do Sul é condenada após extorquir Heung-min Son com falsas alegações de paternidade
Uma mulher sul-coreana, de 20 anos, foi sentenciada a quatro anos de prisão por extorquir o ex-jogador do Tottenham Hotspur, Heung-min Son, que atualmente defende o Los Angeles FC na Major League Soccer (MLS). Identificada apenas pelo sobrenome Yang, a jovem afirmou estar grávida durante o processo legal.
No mês passado, durante um julgamento realizado com restrições, Son prestou depoimento como testemunha contra Yang, que tentou extorquir dele cerca de 300 milhões de won (aproximadamente 205 mil dólares) em junho. O caso envolveu a jovem enviando ao jogador uma ecografia e ameaçando revelar sua suposta gravidez, uma estratégia que visava intimidar o atleta. Além disso, Yang e seu namorado, Yong, tentaram forçar Son a pagar mais 70 milhões de won.
Não é a primeira vez que Yang se envolve em situações de chantagem: relatos indicam que ela perseguiu outros homens que não cederam às suas demandas financeiras. A vítima, Heung-min Son, é uma celebridade global, o que a tornava um alvo fácil para esse tipo de crime.
A decisão do tribunal destacou que Yang não confirmou quem era o pai da criança, mesmo após alegar gravidez. O juiz considerou que a ação da ré foi motivada pela fama de Son, caracterizando o crime como “atroz”. A corte também reconheceu que o jogador sofreu “considerável angústia psicológica” devido à situação.
Este incidente traz à tona a discussão sobre os riscos que personalidades públicas enfrentam em relação à extorsão e aos desafios que a fama pode acarretar, levantando preocupações sobre o tratamento de figuras notórias pela sociedade e a proteção legal que as vítimas devem receber.




