O tour do Inter Miami pela América do Sul se destacou como uma verdadeira sensação, com os campeões da Major League Soccer sob a liderança de Lionel Messi conquistando corações e mentes. As apresentações em Peru, Ecuador e Puerto Rico revelaram a forte sintonia da equipe, impulsionando seu desejo por títulos. Agora, é hora de relembrar a emoção que invadiu o Chase Stadium em dezembro de 2025.
Três meses após erguerem seu primeiro troféu na liga, os jogadores de Fort Lauderdale se preparam para uma visita à Casa Branca, participando de uma tradição americana: percorrer os corredores da residência presidencial.
Messi na Casa Branca
Recentemente, a mídia destacou o desejo de Donald Trump em ver Cristiano Ronaldo vestindo seu icônico número ‘7’ em campos norte-americanos. No entanto, como é comum, Messi surgiu como convidado especial, representando os campeões. Um oficial da Casa Branca confirmou que ‘La Pulga’ e sua equipe estarão na residência do presidente dos Estados Unidos na próxima quinta-feira, 5 de março.
Fontes sugerem que David Beckham poderia ter facilitado o encontro, alinhando-se com autoridades para celebrar o título conquistado pela equipe da Flórida.
Embora a presença de Messi ainda não tenha sido oficialmente confirmada, o mencionado funcionário, que falou sob condição de anonimato ao The Athletic, indicou que a visita já está agendada no itinerário de ‘Las Garzas’ antes do confronto contra o D.C. United no próximo sábado, 7 de março.
Grandes encontros na Casa Branca
Na expectativa em torno do mundial, a pressão para que a Casa Branca receba o jogador argentino cresce, visto que, se Messi concretizar a visita, será sua primeira aparição no centro político de Washington. Esse momento marcaria não apenas sua presença, mas também o encontro de duas lendas do futebol em um único cenário novamente.
Trump, em ocasiões anteriores, teve interações com rivais e ícones do futebol contemporâneo, principalmente em eventos que antecederam a Copa do Mundo deste verão, a ser realizada nos Estados Unidos em parceria com Canadá e México.
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Dessa forma, o presidente poderá alcançar o que Joe Biden não conseguiu no início do ano passado, quando teve Messi como um dos convidados de destaque em um evento para entregar a Medalha Presidencial da Liberdade.
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