Javier Mascherano enfrentou um dos dilemas mais difíceis de sua carreira como técnico do Inter Miami neste domingo. Em jogo decisivo da semifinal da Conferência Leste da MLS Cup 2025, ele optou por deixar Luis Suárez no banco, desafiando as expectativas diante do FC Cincinnati no TQL Stadium. Essa escolha polêmica se revelou acertada, resultando em uma atuação perfeita da equipe.
Após uma suspensão que o afastou da terceira partida da primeira rodada contra o Nashville SC, era esperado que Suárez retornasse como titular. No entanto, Mascherano decidiu escalar o jovem Mateo Silvetti, visando um time mais ágil para intensificar a disputa, fortalecer a defesa com mais jogadores e explorar os espaços deixados pelos adversários.
Silvetti começou como um ponta pela esquerda, enquanto Messi centralizava a linha de ataque e Tadeo Allende se posicionava à direita. Durante o confronto, o jovem argentino deu uma assistência para Messi abrir o placar (0-1), e depois Messi retribuiu, configurando o segundo gol (0-2). Messi ainda criou duas oportunidades para Allende, que rapidamente marcou seu próprio doppietta. O plano de Mascherano, sem Suárez em campo, se revelou eficaz.
Mascherano elogia a postura de Suárez
Em coletiva após o jogo, Mascherano comentou sobre a difícil decisão de deixar Suárez fora do time titular: “Retirar um jogador como Luis, dada sua história e importância para a equipe e o clube, é uma escolha complicada. No entanto, sua reação foi admirável. Conversamos durante a semana e ele compreendeu a situação, apoiando seus colegas e se dedicando plenamente aos treinamentos”.
O treinador ressaltou a grandeza de Suárez como atleta e ser humano: “Muitas vezes, decisões assim são difíceis de serem aceitas por outros. Ele deu uma lição clara sobre o comprometimento e o que espera para o grupo. Deixou uma mensagem significativa para todos”.
Análise da decisão de Mascherano
Mascherano explicou melhor sua estratégia: “Acreditamos que seria um jogo propício para atacar os espaços, com Tadeo e Silvetti sendo ideais para essa tática. Cincinnati costuma fazer uma marcação intensa em todo o campo. Precisávamos agir rapidamente e encontrar soluções nos espaços disponíveis. No fim, os grandes jogos são feitos por grandes jogadores.”
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