O impacto de Messi na MLS: Ação judicial que muda o jogo
A presença de Lionel Messi na Major League Soccer voltou a ser um ponto central de discussão após uma recente ação coletiva apresentada por torcedores. Essa demanda surge devido à não participação do astro argentino em uma partida entre Vancouver Whitecaps e Inter Miami, que culminou em um acórdão favorável aos fãs.
Recentemente, The Athletic revelou que, dois anos após o mencionado jogo da temporada 2024, Messi foi amplamente promovido como uma das principais atrações do confronto em Vancouver. Entretanto, a expectativa dos torcedores foi frustrada quando ele não entrou em campo.
Naquela partida, além de Messi, estrelas como Luis Suárez e Sergio Busquets também estiveram ausentes. Mesmo assim, os Whitecaps acabaram derrotados pelo Inter Miami, com um placar de 2 a 1, e muitos fãs pagaram preços exorbitantes na esperança de ver Messi em ação pela primeira vez na cidade canadense.
“Compreendemos a insatisfação dos torcedores, mas nossa prioridade é proteger o clube e nossos atletas. Na era de Messi, a liga passou por uma revolução, mas precisamos priorizar a saúde do nosso time,” afirmou Gerardo ‘Tata’ Martino, então treinador do Inter Miami, na época da controvérsia.
Agora, dois anos depois, foi anunciado que, em decorrência da ação judicial proposta por um grupo de fãs, a MLS e os Vancouver Whitecaps terão que desembolsar uma quantia significativa de 475 mil dólares canadenses, cerca de 347 mil dólares americanos.
“O acordo referente à ação coletiva a respeito da partida da temporada regular da MLS, ocorrida em 25 de maio de 2024 contra o Inter Miami, foi aprovado pelo Supremo Tribunal de British Columbia. A implementação do acordo seguirá os termos estabelecidos,” comentou um porta-voz dos Vancouver Whitecaps à The Athletic.
Desdobramentos e reações
Muitos torcedores agora se perguntam até que ponto essa compensação vai afetar a relação entre a liga e os fãs. Como a MLS lidará com as expectativas criadas em torno de suas estrelas? O impacto de Messi na liga é inegável, mas a responsabilidade em atender as demandas do público é algo que os clubes terão que considerar com mais seriedade no futuro.





