Após a derrota acachapante de 0-4 do Cincinnati para o Inter Miami nas semifinais da Conferência, o episódio gerou intensas discussões, especialmente uma cena que não caiu bem entre os torcedores. O defensor Teenage Hadebe foi flagrado deixando o campo com a camiseta de Leo Messi em mãos, gesto que provocou a reação contundente de Kaylyn Kyle, ex-jogadora canadense e hoje analista esportiva.
Kyle, de 37 anos, não hesitou em criticar a postura do atleta. Em uma análise para a Apple TV, ela expressou sua frustração ao ver Hadebe mais preocupado em arrecadar uma lembrança do ícone argentino do que em refletir sobre a pesada derrota: “O que mais me incomoda é que ele parecia mais interessado no encontro com Messi do que no desempenho lamentável da sua equipe”.
Embora reconheça o status ímpar do astro do futebol, Kyle enfatiza que o contexto é importante: “Messi é considerado o maior de todos os tempos e conquistou tudo o que há para ganhar, mas você acaba de sofrer uma derrota de 4-0. É realmente oportuno pedir a camiseta dele agora? Para mim, isso é algo para se envergonhar.”
A ex-atleta foi ainda mais longe, apelando à consciência dos jogadores em relação à torcida: “Seus fãs os apoiam temporada após temporada, jogo após jogo. Você foi dominado em uma semifinal e, ao invés de refletir sobre isso, a primeira coisa que faz é solicitar um intercâmbio de camisetas. Se você deseja a dele para exibir em casa, tudo bem… mas faça isso internamente, não imediatamente após ter sido humilhado em campo.”
A impressão deixada
Para Kyle, a atitude de Hadebe não reflete apenas mal para ele, mas também para o FC Cincinnati: “Essa cena projeta uma imagem negativa tanto para o jogador quanto para o clube, e para todos que estavam em campo naquela tarde.”




