O Inter Miami enfrenta um desafio significativo neste sábado ao visitar o Charlotte FC, uma equipe que vem em uma excelente fase com vitórias consecutivas na MLS. A pressão está nas costas do time de Javier Mascherano, que precisa lidar com as ausências de alguns jogadores-chave.
Embora a situação seja complicada, a participação de Messi está confirmada, e é o craque argentino quem deverá liderar os Herons, assim como já fez em momentos decisivos antes. A lesão de Allen Obando e a suspensão de Luis Suárez deixaram um vazio na equipe, tornando Messi o principal articulador da linha de ataque. Sua capacidade de encontrar o caminho do gol será crucial para o desempenho do Inter Miami nas próximas partidas.
O cenário atual exige que Messi retome sua forma da primeira temporada na equipe, quando ainda não contava com Suárez e se tornou a referência atacativa sob o comando de Gerardo Martino. À época, ele precisou mostrar toda sua habilidade em momentos em que os outros atacantes, como Leonardo Campana e Josef Martínez, estavam indisponíveis.
A experiência de Messi em uma função familiar
Nesse percurso, mesmo que Campana e Martínez tenham sido essenciais para o time, a ausência de ambos exigiu que Messi assumisse a responsabilidade pela finalização. Em algumas ocasiões, Martino adotou uma formação 5-3-2, permitindo que Messi jogasse em conjunto com os companheiros de ataque. Essa estratégia foi utilizada em momentos cruciais da temporada 2023, onde, apesar dos esforços, o Inter Miami não conseguiu garantir a classificação para a fase de playoffs.
Outra alternativa para Messi é revisitar suas memórias sob a batuta de Pep Guardiola no Barcelona, quando atuou como um ‘falso 9’. Nesse papel, o argentino teve atuações memoráveis, incluindo a célebre vitória de 6-2 sobre o Real Madrid no Clássico, que fez história.
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